Grupo Gurdjieff São Paulo
Briga. Discórdia
“Quando dois discutem e em um deles levanta-se a raiva, é sábio aquele que desiste do conflito”.
Eurípides

O infortúnio está contido na boa sorte e vice-versa. O ser humano de atenção busca transcender o apego à boa sorte e o medo do infortúnio.

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Veja outras mensagens:


8/2/2010
Conta-se que o grande santo Kabir foi procurado na sua juventude por dois discípulos que queriam uma minuciosa orientação na senda espiritual para encontrar Deus.
O mestre respondeu simplesmente:

A senda pressupõe distância;
Se Ele está perto, nenhuma senda necessitas.
Em verdade, faz-me sorrir
O ouvir que um peixe tenha sede na água!


7/2/2010
Fique sempre em contato com o Atman imortal e onipresente e, ligando-se inteiramente à divindade que a tudo abraça, torne-se uma força voltada para a justiça.

Swami Ramdas

6/2/2010
Não podemos culpar as circunstâncias exteriores por nossos infortúnios porque, por piores que elas sejam, se mantivermos uma atitude justa, com certeza venceremos.

Lembre-se de que o amanhã começa hoje!

31/1/2010
A Presença é a luz que vem do Infinito. Quando chega a este planeta, parte dela se condensa e se solidifica, dando origem ao que chamamos “corpo”.

Portanto, olhando para o visível, não se esqueça de vislumbrar e sentir o invisível que o originou.

30/1/2010
O Ego sempre grita: “Você precisa fazer alguma coisa!” O nosso Centro*, ao contrário, recomenda a calma e o silêncio para que possa agir em nosso lugar.

Lembre-se : existe, de um lado, o mundo histérico baseado no medo e, de outro, a paz profunda que habita o âmago do Ser. Cabe-nos escolher de que lado ficar.

* Empregamos aqui a palavra Centro como sinônimo do princípio mais alto: Deus.

29/1/2010
Acreditar piamente que somos apenas um corpo é pura tolice. Somos, além disso, um espaço sem limites, uma liberdade infinita e um contentamento que independe da opinião alheia.

28/1/2010
Por melhor que seja a vida,
ao morrer todos perdem o mesmo:
o momento presente,
porque o passado e o futuro não se possuem.

Marco Aurélio

27/1/2010
Por que não alimentarmos a esperança de que do pó da terra, regado pela água viva de nossos esforços, possa brotar, vigorosa e bela, a árvore da nossa alma?