![]() O Homem de Atenção, no alto da escada, na entrada do Templo, contempla o homem comum, embaixo, no início da escada. (F. Curtis, Carta de Trabalho para o 2o Nível, 1801) |
O homem de atenção e o
homem comum (Autor desconhecido Adaptado por Lauro de A. S. Raful) Quando o Homem de Atenção comete um erro, diz: O Homem de Atenção sabe que o infortúnio é o melhor dos mestres; o homem comum sente-se vítima diante dele. O Homem de Atenção sabe que tudo o que lhe sucede é resultado de acontecimentos acidentais ou de seu modo de agir; o homem comum crê na má sorte ou que “espíritos” estão contra ele. O Homem de Atenção quanto mais trabalha, mais arranja tempo para cuidar de si mesmo; o homem comum está sempre muito ocupado e não tem tempo nem para os seus. O Homem de Atenção enfrenta, um a um, todos os desafios; o homem comum contorna-os, não se atrevendo, nem mesmo, a tentar enfrentá-los. O Homem de Atenção dá a sua palavra e cumpre o que prometeu; o homem comum faz promessas, não tenta cumpri-las, procurando apenas justificar-se. O Homem de Atenção diz: “Sou bom, mas vou tentar ser ainda melhor”; o homem comum diz: “Não sou tão mau quanto os outros”. O Homem de Atenção escuta, compreende e responde; o homem comum não espera a sua vez para falar. O Homem de Atenção respeita os que sabem mais e tenta aprender com eles; o homem comum resiste a aprender com quem sabe, fixando-se apenas em seus defeitos. O Homem de Atenção sente-se também responsável pelo que há além de seu trabalho; o homem comum diz: “Faço o meu trabalho e isso basta!” O Homem de Atenção está sempre procurando uma forma melhor de fazer o que tem que ser feito; o homem comum diz: “Este é o modo como sempre faço, e não há outro!” O Homem de Atenção é parte da “solução”; o homem comum é parte do “problema”. |