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Mensagem aos Amigos
O Sr. Gurdjieff generosamente nos oferece uma variada coleção de nomes do Princípio que manifestou o Universo: Deus. Quando repetimos qualquer de Seus nomes como um mantra, emerge a alegria escondida na profundidade do nosso Ser. A repetição do mantra realmente nos faz experimentar um suave êxtase, uma tranqüilidade agradável e uma segurança reconfortante.
Na realidade, repetir o nome do Princípio não é um meio, uma técnica ou um instrumento, pois o Nome, em si, já é um fim. Assim, da mesma forma que, quando colocamos um bombom na boca todo o seu sabor nos é revelado, quando pronunciamos o Nome Divino, saboreamos a alegria, a satisfação e o preenchimento.
Não podemos, porém, repetir o Seu Nome mecanicamente, pois isso não nos trará nenhum proveito. Devemos fazê-lo, por exemplo, como a mãe que chama por seu filho: pronunciar o nome da criança é para ela uma doçura única. Vamos aprender com o sentimento materno!
PAULO RAFUL LAURO RAFUL
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Data: 6/12/2011
A tomada de consciência do centro do nosso Ser age, muitas vezes, como uma delicada embriaguez. Ficamos ébrios de amor pelo que pressentimos existir por trás dos nossos cinco centros funcionais. A partir de então, começamos a viver em torno desse centro, saindo da região conflituosa dos assuntos mundanos.
Passamos a desfrutar alguns instantes de um estado de paz que, até então, nos era totalmente desconhecido. Não se trata aqui de um processo mental, mas de uma experiência viva. Esse estado encanta-nos a tal ponto que se torna a coisa mais importante de nossa vida.
A liberdade e a felicidade independem das circunstâncias exteriores. Podemos alcançá-las quando nos voltamos para o nosso interior. É no âmago do nosso Ser que reside a nossa verdadeira essência.
PAULO RAFUL LAURO RAFUL
Data: 6/11/2011
Estamos sempre nos esforçando para adquirir bens, situações favoráveis, relações satisfatórias, sem nunca encontrarmos nisso a paz interior.
A verdadeira felicidade encontra-se dentro de cada um, basta descobri-la. Temos em nossa profundidade um contentamento infinito, mas, esquecidos desse tesouro, perambulamos desorientados pelo mundo exterior em busca de uma pretensa felicidade. Se observarmos os ricos e poderosos, constataremos que são muito infelizes, porque aparentemente possuem tudo, mas nunca se satisfazem com o que têm. É preciso lembrar que tudo que é perecível e transitório só pode trazer uma felicidade igualmente perecível e transitória. Apenas o que é imortal pode proporcionar alegria eterna.
Se descobrirmos o verdadeiro centro do nosso Ser, encontraremos a felicidade e a plenitude perenes, tal como foram irradiadas por Cristo, Moisés, Buda e outros Santos Indivíduos.
PAULO A. S. RAFUL LAURO DE A. S. RAFUL
Data: 7/10/2011
Fala-se muito em segurança como se ela dependesse de fatores externos. No entanto, a verdadeira segurança provém de um estado de consciência, de um sentimento que independe das circunstâncias exteriores.
Podemos compará-la ao estado de uma criança que se sente tranqüila e feliz ao lado de sua mãe. Assim, quando pressentimos em nosso coração a presença de Nosso Todo Misericordioso Criador, sentimo-nos seguros e felizes.
A Presença Divina, revelando-se gradualmente dentro de cada um, protege-nos até mesmo de animais ferozes. Por isso, quando procuramos constantemente sentir em tudo a presença do Nosso Infinito Criador, podemos atravessar a selva da vida sem temer os predadores que ela contém.
PAULO A. S. RAFUL LAURO DE A. S. RAFUL
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